Já queria ter conhecido Amsterdam há muito tempo. Quando morei
na Itália não consegui, por conta da confusão com o visto de estudante (leia a
história). Precisou acontecer um congresso pra conhecer essa cidade tão
linda.
Bom, estive lá este mês e
preparei alguns posts básicos para o blog. Digo 'posts básicos', pois foi uma viagem rápida de pouco mais
de uma semana.
Neste post, vou contar as minhas primeiras impressões de
Amsterdam.
Amsterdam é uma cidade viva! Muitas pessoas circulando, pra lá e pra cá. Claro que muitos são turistas, mas
não só. Talvez por ter visitado a cidade no verão, percebi muita gente nas ruas,
nas praças, nos cafés e nos restaurantes.
A cidade é linda e muito charmosa. As casinhas apertadinhas, os canais... Um "viva" para o clima super cosmopolita de Amsterdam. Fala-se muitas línguas lá. Consegui me comunicar em
inglês (língua que todos falam). Mas também me comuniquei em espanhol,
italiano e português. Faltou falar o holandês, mas fica pra próxima encarnação!!!!
Achei os moradores muito simpáticos e atenciosos. Me surpreendi muito! De verdade!
Amsterdam é uma cidade fácil pra se perder. São muitos canais e ruas parecidas, com nomes parecidos. Mas também é uma cidade fácil de se achar. Para isso, é fundamental um mapa na mão. E caso você se perca, aproveite... pois afinal, é o melhor jeito de conhecer um lugar: se perdendo!
Há muitas opções de comida, para
atender a todos os gostos. Eu me deliciei com as lasanhas bolonhesas por dez
euros (e acreditem, tão boas quanto as próprias lasanhas que eu comia lá em
Bologna - adorei esse restaurante). Outro lugar legal é o Wok to Walk, comida chinesa, estilo fast food,
barata e gostosinha (apesar das longas filas). Confesso que não gostei muito da culinária local. Dentre as comidas típicas,
gostei das banquinhas de peixes e frutos do mar, pra comer assim, na mão
mesmo. Ah! E claro! O stroopwafel (waffle recheado de caramelo), pra comer sozinho ou acompanhado de um café.
Achei o trânsito confuso! Bicicletas,
carros, ônibus, trams (bondes), motos e pedestres dividem os mesmos espaços. Cuidado
ao atravessar a rua, quanto você menos esperar, virá uma bicicleta de um lado, um
tram de outro e você ali no meio sem saber se corre pra esquerda ou pra direita.
Confuso, também, é o horário
de funcionamento do comércio em
Amsterdam. Ainda bem que, antes de ir, eu li as valiosas dicas do guia do Ducs Amsterdam.
Se deslocar de ônibus ou tram é fácil
e é o modo mais barato de percorrer longas distâncias (para quem não curte ou não pode caminhar ou andar de bicicleta). Mas na madrugada, os horários dos transportes são mais restritos.
O táxi é caro! Para
irmos ao aeroporto, às 4 horas da manhã, tivemos que pegar um táxi, pois não tinha opção
de ônibus ou tram para aquele horário. Ao invés de pegarmos na rua (que
custaria cerca de 50 euros), agendamos um táxi pelo hotel, mediante pagamento
prévio de 37 euros. O táxi chegou pontualmente e como estávamos em três
pessoas, acabou não saindo tão caro.
Percebi, não só em Amsterdam, mas
em outras cidades próximas, que as casas possuem janelas grandes, como se
fossem vitrines. Através delas, a parte interna (e o que acontece nela), fica exposta aos que passam pelas calçadas. Vi crianças brincando, pessoas vendo TV, mulheres fazendo faxina, lendo ou andando de roupas íntimas.
Algumas janelas tinham pequenos bibelôs, como que enfeites para
serem vistos por quem passa do lado de fora. Seria um certo gosto pela exposição da vida privada? Não
sei... mas fiquei curiosa em saber se existe alguma relação entre este hábito e o surgimento do programa de entretenimento holandês mais famoso - o BBB????
Querem saber mais sobre o que fazer, onde comer, onde ficar
e como se locomover em Amsterdam e outras cidades da Holanda? Visite estes blogs abaixo. Foram eles que me ajudaram a montar
meus roteiros.
No próximo post, uma seleção de
fotos que fiz em Amsterdam.
Gostei muito do post! Vai pra minha pastinha "Viagens", hehe. Quem sabe um dia eu não vou pra lá? Bjs