Conhecendo Genebra

25 de novembro de 2011



Genebra, também conhecida como Geneva (inglês) Genève (francês), Genf (alemão) ou Ginevra (italiano), é uma cidade com aproximadamente 200 mil habitantes, localizada na parte oeste da Suiça, próxima à França. 

Descrever as diferentes formas de nomear a cidade não é exagero, visto que lá é possível se comunicar em vários idiomas, devido à proximidade com a França e a Itália. É uma cidade verdadeiramente cosmopolita! 

Genebra é considerada um centro diplomático e lá estão localizadas as sedes de importantes instituições internacionais, tais como a Cruz Vermelha, a ONU, a OMS, entre outras. Também é considerada o centro financeiro do Mundo. É muito interessante observar as bandeiras dos países na entrada da Sede da ONU.




 
A cidade de Genebra é muito bonita, limpa e pacata. É reconhecida mundialmente pela qualidade de vida que oferece aos habitantes. O transporte público é ótimo e caminhar pelas ruas é super gostoso, sobretudo na parte histórica da cidade.

Genebra está localizada às margens do Lago Léman, local onde está o famoso Jato d’Água (Jet d’Eau), espécie de ‘chafariz’ que alcança aproximadamente 150 metros de altura. Para além da bela paisagem que o Lago Léman oferece, a atração que mais curti foi a Catedral Saint-Pierre. Com sua arquitetura gótico-romana, foi construída a partir do ano 1160 e concluída cerca de um século depois. Vale muito a pena subir os quase 160 degraus da torre da Catedral, de onde se pode ter uma vista incrível da cidade.

Próximo ao Lago Léman, você encontrará o Relógio de Flores, criado em 1955 como símbolo da indústria relojoeira de Genebra. É muito bonito e vale muitas fotos! Também ali perto, está a Île Rousseau (Ilha de Rousseau), local onde está situada a estátua do filósofo Jean-Jacques Rousseau. Preciso confessar que, como pesquisadora e psicóloga, amei ir até lá para fotografar e bater um papo com esse tal filósofo que muito li nos meus tempos de faculdade.

Para quem gosta de museus e curte explorar um pouquinho da história, a dica é o Museu da Cruz Vermelha (em frente à entrada da ONU). Também vale a vista ao Museu de Arte Moderna, ao Museu de Arte e História, ao Museu de História Natural e ao Museu da Reforma. Na ONU você pode realizar uma visita guiada. Eu não fiz, mas a galera do blog Nós no Mundo fez.

Dicas:

Se você gosta de curtir atividades ao ar livre, opte por visitar Genebra no verão. Se o passeio ocorrer no inverno (rigososo), nada está perdido! Os cafés, bares e restaurantes oferecem boas opções para curtir o friozinho.

Alugue uma bicicleta! A cidade é muito plana e convida para um passeio ao redor do Lago Léman.

Hotéis caros, restaurantes caros, supermercados caros... Em Genebra até respirar é caro! Mas vale a pena reservar um dinheirinho para desfrutar de um bom café em uma das diversas cafeterias à beira da calçada. Para mim, um dos grandes charmes de Genebra. Sobre compras, há muitas opções... roupas, acessórios, relógios de grife... mas como sou mochileira do tipo “pão-dura que come sanduíche”, não tenho dicas para dar sobre lojas.

A estação de trem principal de Genebra se chama Gare Cornavin. Dali saem trens para diversas cidades suíças e também para destinos internacionais como Itália, França e Espanha. Uma dica? Que tal sair de Genebra e ir direto para Milão, na Itália? O trajeto entre as duas cidades é algo espetacular e dura cerca de 3 horas a 4 horas. Das paisagens mais incríveis que já vi, com lagos, montanhas, casinhas fofas, neve... é lindo! Vale a pena e fica a dica!

Links Úteis:                                                                                                                                        


Informações Turísticas: www.geneve-tourisme.ch
Site Oficial: http://www.ville-geneve.ch/
Informações sobre trem: http://www.cff.ch/home.html


Centro Histórico (vista da Catedral Saint-Pierre)

Estátua de Rousseau

 Lago Léman

 Vista da Catedral Saint-Pierre

Relógio das Flores

Cafés e cafeterias

Sossego de fim de tarde

Centro Histórico e as bandeiras

Vista da região comercial de Genebra

Vista do outro lado do Lago Léman

Lago Léman visto da Catedral Saint-Pierre

Jardim Botânico de Porto Alegre

15 de novembro de 2011
Certa vez, na época que atuava na área de RH, uma empresária me disse em entrevista que costumava realizar pequenas reuniões de negócio no Jardim Botânico, em Porto Alegre. Segundo ela, a paz, a beleza, a natureza e o silêncio proporcionavam uma atmosfera favorável para refletir e dialogar de forma equilibrada. Eu nunca realizei reuniões no Jardim Botânico, mas já fugi para lá algumas vezes para pensar e refletir. Junto com o Parque da Redenção, é um dos meus lugares preferidos em POA.


O Jardim Botânico de Porto Alegre está localizado no bairro de mesmo nome (e para minha alegria, muito perto da minha casa). Está aberto à visitação pública desde 1958 e possui uma área de 39 hectares. Trata-se de um dos maiores jardins botânicos do Brasil. Em sua área funciona o Museu de Ciências Naturais e a sede administrativa da Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul (FZB). A FZB também é responsável pelo Parque Zoológico, situado em Sapucaia do Sul.
Aproveite o Jardim Botânico na primavera ou no verão. As árvores e as flores estão mais bonitas nesta época. Durante a manhã e no final da tarde a luminosidade é ótima para as fotografias. Meu programa preferido lá? Fotos, livros e chimarrão.

O local é aberto de terça a domingo, das 8h às 17h.Visitas guiadas podem se agendadas por telefone (51) 3320-2024. A visita não é gratuita, mas o valor é simbólico. São R$ 2,00 para os adultos e R$ 1,00 para quem possui carteirinha de estudante. Crianças de até 12 anos não pagam.


Jardim Botânico, Porto Alegre, RS.
http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/
Rua Dr. Salvador França, 1427 - Jardim Botânico.



Esse post faz parte da #BlogagemColetivaPOA, idealizado através do Twitter e que tem por objetivo divulgar a capital dos gaúchos e seu potencial turístico. O tema escolhido foi "locais públicos e gratuitos (ou quase)". Também fazem parte deste projeto os seguintes blogs:

Blog Dicas de Viagem







 

Um passeio por Cinque Terre, Itália

6 de novembro de 2011
Dentre as maravilhosas surpresas que a Itália me apresentou, Cinque Terre foi, talvez, a melhor delas... Uma das paisagens mais lindas que já vi. Um lugar inexplicavelmente mágico!

Cinque Terre é o nome de uma área costeira, localizada na região da Ligúria, banhada pelo Mar Mediterrâneo e composta por cinco vilarejos: Riomaggiore, Manarola, Corniglia, Vernazza e Monterosso. Trata-se de uma área acidentada, rochosa, de mar azul e de importante produção de vinhos e oliva. Em 1997, o Parco Nazionale de Cinque Terre foi considerado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.

Da estação Santa Maria Novella, em Firenze, é possível pegar o trem ‘regionale’ até a estação central de La Spezia. O trajeto custa  cerca de 10 euros (2º classe) e a viagem dura pouco mais de 2h. De La Spezia pega-se outro trem para o ponto de entrada de Cinque Terre. Este trecho demora menos de 10 minutos e custa cerca de 2 euros.

No sentido La Spezia – Gênova,  a primeira vila é Riomaggiore. Ao chegar em Riomaggiore dirija-se ao escritório de atendimento ao turista (que fica ali mesmo na estação) e compre um passe (o Cinque Terre Tourist Train Ticket) que dá o direito de transitar pelos cinco vilarejos. 
O passe vale por um dia e custa, aproximadamente, 10 euros por pessoa. Na parte alta da vila encontra-se a igreja de San Giovanni Battista, construída em 1340.

O trajeto de Riomaggiore para a segunda vila, Manarola, pode ser feito a pé, através da Via Dell'Amore. Este caminho permite uma vista linda do mar e dos rochedos. Preste atenção nos cadeados espalhados ao longo do trajeto e que celebram o amor e a união entre os casais. São  inúmeras as lendas que envolvem essa prática romântica e comum entre italianos.

A terceira vila é Corniglia. Minha preferida! Para chegar até o vilarejo é preciso subir a 'Lardarina', uma escada formada por quase 400 degraus. O esforço compensa: A vista lá do alto é espetacular! O vilarejo é lindo, com suas ruazinhas estreitas e suas casinhas coloridas (características desta região). No vilarejo está a Igreja de San Pietro, em estilo gótico. Tomar um sorvete (tipicamente italiano) apreciando a paisagem num dos mirantes é, com certeza, uma ótima pedida.

A quarta vila é Vernazza, a mais desenvolvida das Cinque Terre. Possui um bonito centro histórico e uma imponente arquitetura.

A quinta e última vila chama-se Monterosso al Mare. É o ponto mais ocidental das Cinque Terre. Local que convida para um banho de mar. As praias são fantásticas e a água é cristalina. Chamam a atenção os casais descolados (e, digamos, desinibidos) que curtem o sol sobre as pedrinhas redondas que compõem a orla. Aqui você encontra mais opções de hospedagem e restaurantes (com sorte, um pouco mais baratos que aqueles localizados nas outras praias).

De Monterosso al Mare é possível regressar a Firenze ou subir para Gênova. Faça seu roteiro e escolha seu trajeto!



Tempo de percurso de trem entre as praias
La Spezia – Riomaggiore – 10 min.
Riomaggiore – Manarola – 2 min.
Manarola – Corniglia – 4 min.
Corniglia – Vernazza – 5 min.
Vernazza – Monterosso – 5 min.

Dicas!
O acesso mais fácil e conhecido é por trem, através da linha ferroviária Gênova-La Spezia. Pra quem curte uma aventura, é possível percorrer todas as praias a pé ou de bicicleta.

Os preços nas Cinque Terre costumam ser bem altos. Por isso, leve sua água, seu biscoito, seu sanduíche. Acredite, você vai economizar um bom trocado.

Ah, e antes de subir no trem, validar o seu bilhete de trem em uma das máquinas amarelas espalhadas pela estação. Sei que já prometi um post sobre “pegar trem na Itália”. Prometo que uma hora sai!





















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